pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Re: pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Mensagempor XôZé » Sábado 1 Agosto 2009, 16:21

Escuta lá meu bom amigo. :grin:

Não aproveitas hoje para estrear o 1º voo da TAAG com destino a Lisboa?... :P

Acho que sai às 22 horas, hora local. :?

:mrgreen:
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Re: pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Mensagempor Arp » Domingo 2 Agosto 2009, 05:34

Estou no Brasil. 8-)
Já o tinha dito, mas deves andar distraído.
:whistle:
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Re: pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Mensagempor XôZé » Domingo 2 Agosto 2009, 15:44

Arp Escreveu:Estou no Brasil. 8-)
Já o tinha dito, mas deves andar distraído.
:whistle:


Humm...sabia mas estava mesmo distraído....de propósito. :mrgreen:

Mas não te preocupes que chegaram todos bem. 8-)
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Re: pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Mensagempor Arp » Sexta-Feira 11 Dezembro 2009, 21:44

A esquerda benzida
por
Fernanda Câncio
fernanda.m.cancio@dn.pt15 Setembro 2006

Quando o papa Bento XVI visitou Valência, em Julho, e o primeiro-ministro espanhol não compareceu à missa ali celebrada pelo pontífice, houve remoquesde dignitários eclesiásticos do género "nem Fidel [Castro] se escusou".
Evidenciando assim a "gentileza" do ateu Fidel face à "grosseria" do ateu Zapatero, tomava--se como garantida a normalidade da presença de governantes, na sua qualidade oficial, em cerimónias religiosas, considerando que a questão nem se coloca quando o governante professa a religião a que a cerimónia respeita.
Que, como escreveu à época o constitucionalista Vital Moreira, Zapatero se tenha "limitado" (aspas do colunista) "a observar a mais elementar consequência da separação entre o Estado e as igrejas, que não é compatível com a sua participação na liturgia religiosa (nem o inverso)" é algo que parece continuar a escapar a muita gente, incluindo grande parte dos governantes e autarcas portugueses. Insistindo em confundir as suas crenças pessoais (a existir) com a representação pública do Estado, e o respeito pela alegada convicção da maioria com a adesão à mesma, ignoram alegremente Constituição e leis (incluindo a bem recente que frisa a exclusão de religiosos do Protocolo de Estado), convidando padres para benzer equipamentos públicos e concedendo-lhes lugar de destaque nas cerimónias oficiais.
Neste mandar da laicidade às urtigas, apanágio de todos os governos e presidentes da democracia (e candidatos a tal), o primeiro Executivo PS de maioria absoluta, que se intitula da"esquerda moderna", não destoa. Ante a polémica dos crucifixos nas salas de aula, afirmou que "a escola é laica" mas os símbolos só saíam "a pedido", não fosse alguém sentir-se com a sua abrupta (30 anos 30 após a Constituição ter estabelecido a não confessionalidade do ensino público) retirada. Perante o fim da obrigatoriedade concordatária de capelanias católicas nas Forças Armadas, nos hospitais e nas prisões, está há um ano a "estudar" o estabelecer da igualdade religiosa nesta matéria - enquanto tudo fica na mesma. E, em perfeito inverso da "escandalosa" postura de Zapatero, viu--se, esta semana, na inauguração de uma escola pública que teve direito a bênção de um padre (!), o primeiro-ministro português persignar-se . Quer releve de convicção quer de uma noção voluntarista de gentileza, o gesto ignora a distinção entre a esfera privada da vida de um chefe de Governo e a encenação pública da sua presença oficial, relegando a separação entre Igreja e Estado para as questões irrelevantes. É pena: cumprir assim a "tradição" é "limitar-se" a falhar a modernidade.

http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx? ... _id=646064


Esta esquerda em serviço deve querer dar razão à questão deste tópico. :roll:
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Re: pode a esquerda sobreviver em democracia sem o cristianismo?

Mensagempor zézen » Sábado 12 Dezembro 2009, 00:42

Qualquer esquerda cristã, é fada mal fadada.
a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
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