Missa on-line

Missa on-line

Mensagempor Tovi » Domingo 25 Maio 2008, 10:27

:idea: Prontos!... Está resolvido o problema do «zézen»... Já pode "ir à missa" sem sair de casa. ;)



Jornal de Notícias de hoje Escreveu:
Missa on-line é um sucesso

Padre Júlio diz que reza "uma missa mais 'light', para cativar"

Todos os sábados, às 18 horas, o padre Júlio Granjeia reza a missa na igreja de Espinhel, concelho de Águeda. O seu sermão é escutado atentamente pelos fiéis que se encontram na igreja, mas também é ouvido nos quatro cantos do Mundo através da internet. Adepto das Novas Tecnologias há mais de dez anos, o padre Júlio começou, há pouco mais de um ano, a transmitir a eucaristia on-line e conta já com um grupo de internautas que assistem à missa através do computador.
"Resolvi começar a fazer a transmissão on-line, não porque as pessoas não venham à missa, mas porque é uma forma de inovar e fazer chegar a mensagem além fronteiras. Cristo disse "Ide por todo o mundo anunciar o Evangelho" , e é isso que estou a fazer", afirma o sacerdote.
A missa de sábado, em Espinhel, é assistida em vários países. Desde o Brasil à Alemanha, passando por França, África do Sul, Canadá, Luxemburgo e Inglaterra. Muitas das pessoas que assistem à missa são emigrantes que aproveitam esta iniciativa do padre para se "sentirem mais perto das suas famílias", refere.
Mas há também quem assista à eucaristia sem ter qualquer ligação com a paróquia. É o caso de Marcelo Tiago, sociólogo e historiador brasileiro, que está também ligado. Descobriu o padre Júlio quando fazia uma busca por sites ligados à religião. "Assisti uma primeira vez à missa junto com dois outros membros de nossa comunidade. E veio-nos à mente uma ideia por que não sensibilizar alguns doentes para que assistissem à missa pela net", conta Marcelo. A iniciativa foi bem acolhida. "Todos ouviam atentamente a missa e, na hora em que a comunidade comungava em Portugal, nós também comungávamos no Brasil", revela o sociólogo brasileiro, via e-mail, ao JN. "Não pretendo converter ninguém, mas gosto de saber que há pessoas do outro lado do oceano a assistir à minha missa", afirma Júlio. Uma missa com muitos jovens e, por isso, o discurso vai ao encontro das suas preocupações. É uma celebração animada, com muitos cânticos. "É uma missa mais 'light', que ajuda a cativar as pessoas que nos assistem pela internet", refere. " A celebração que o padre Júlio preside não é meramente um acto devocional ou piegas, mas mergulhada nos problemas da vida do povo", revela Marcelo Tiago. Está disponível em http://www.padrejulio.net
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Re: Missa on-line

Mensagempor zézen » Domingo 25 Maio 2008, 10:42

Não haja duvida que o Julio, granjeia a minha simpatia e admiração. :P

a.o.s., foi, é, e serà sempre, um F.D.P.
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Re: Missa on-line

Mensagempor Arp » Segunda-Feira 26 Maio 2008, 01:08

http://www.padrejulio.net/

Ora aqui está um endereço a não esquecer.

Obrigado Tovi.
O saber, o aprender o novo, só não encontra espaço em cabeças que já estão cheias, principalmente de ideias preconcebidas.
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Re: Missa on-line

Mensagempor Arp » Segunda-Feira 26 Maio 2008, 01:14

Tovi Escreveu::idea: Prontos!... Está resolvido o problema do «zézen»... Já pode "ir à missa" sem sair de casa. ;)

Creio que só irá usar esta alternativa quando de todo não puder assistir ao vivo. Tipo uma febre alta, ou qualquer outro compromisso inadiável (como ir à praia, por exemplo). :whistle:
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Re: Missa on-line

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 26 Maio 2008, 08:06

Se calhar... :twisted: :014:
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Re: Missa on-line

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 26 Maio 2008, 08:10

Arp Escreveu:http://www.padrejulio.net/

Ora aqui está um endereço a não esquecer.

Obrigado Tovi.


Afinal o Arp não tem só sonhos, também tem pesadelos. :content: :content: :content:
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Re: Missa on-line

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 2 Junho 2008, 09:55

Fátima

O que me intriga é Nossa Senhora só aparecer a católicos. Ainda por cima inimputáveis como às infelizes criançinhas de Fátima. Deveria aparecer aos protestantes, aos judeus, aos muçulmanos, aos budistas, aos ateus. O que talvez ajudasse a convertê-los e daria negócio a todos por igual. Mas não. Só aparece a quem já a tem na (domesticada) cabeça.
http://puxapalavra.blogspot.com/

Estes gajos partem-me todo :lol: :content: :content: :content:
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Re: Missa on-line

Mensagempor zézen » Quarta-Feira 4 Junho 2008, 14:47

A Tristeza de Uma Crença

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Às vezes até custa a acreditar que é possível haver quem escreva num jornal baboseiras tão monumentais.
É o caso da crónica bolsada pelo abominável César das Neves no «Diário de Notícias» de ontem, com o curioso e freudiano título de «A Fragilidade de uma Crença».

Tal é a proporção de calinadas por palavra quadrada, que quase seria preciso um tratado sobre a patologia da alucinação da fé para comentar devidamente o que escreve este servo de Deus. O melhor mesmo é ler em silêncio este evangelho segundo o Beato das Neves para depois termos simplesmente pena, muita pena mesmo, desta pobre criatura.

Mas é irresistível não comentar duas ou três pequenas coisitas, até por que se referem a temas que recorrentemente aparecem ditos pelos «junkies da fé» como se tivessem descoberto a pólvora, já incapazes de distinguir a realidade da ficção, tal a overdose de hóstias que ingerem.

Depois de fechar reverentemente o seu cilício, o Beato das Neves abre as hostilidades comentando «a fragilidade intelectual da própria atitude ateísta que, com todo o respeito, é muito inconsistente».
Mas, na verdade, e com todo o respeito, o cronista é tolo!

E que fique bem claro que «tolo» não é mais do que um educado eufemismo que nem sequer merecia um sujeito que toma como filosofia de vida a crença em três deuses que afinal são um só, e que lhe exigem, todos três, reverências constantes, que passaram a História a dizimar populações, que acreditam em arbustos falantes, em paus que se transformam em cobras, em homens que nascem de virgens, em reencarnações, em mares que se abrem para passar «o povo escolhido» que até é doutra religião e tudo, e que pensa que ser monoteísta é ter três Deuses – mas que tem a lata de afirmar que quem acha tudo isto nada mais do que uma ridícula mitologia primitiva afinal é quem tem… «uma atitude intelectual inconsistente».

Mas este «consistente intelectual» não fica por aqui: ainda se dá ao luxo de analisar teologicamente o ateísmo e o resultado, como não podia deixar de ser é… tolo!
Diz esta santa alma que «recusar Deus é uma crença como as outras» e que «no fundo trata-se de ter fé na ausência divina».

Não sei de que insegurança patológica sofrem os «fiéis», de que nova espécie de «inveja» intelectual padecem para quererem chamar a si a necessidade de «acusar» o ateísmo de ser «uma crença como as outras» e de se tratar de «uma fé na ausência divina».

Não que isso interesse muito ou que constitua sequer matéria de preocupação.
Mas o que é facto é que só uma pessoa que baseia a sua vida de adulto na crença de que o seu Deus veio à Terra mandado por si mesmo, depois de ter engravidado a própria mãe, que afinal é ainda virgem, mas que subiu aos Céus em corpo e alma e aparece de vez em quando em cima das árvores a transmitir baboseiras a pastores atrasados mentais, é que era capaz de dizer estas baboseiras sem sequer se rir.

Se esta espécie de gente quer apodar o ateísmo de «uma fé na ausência divina», que o faça, que isso nem sequer me chateia. Até tem uma certa graça, admito.
Terá é de reconhecer em si próprio a mesma «fé na ausência divina» de Zeus, Afrodite, Júpiter, Vénus, Odin, Thor, Baal, Osíris, Shiva, Oxum… e até da Fada dos Dentes.

Embora, confesso, não esteja muito seguro de que o Beato das Neves não tenha muita «fé na ausência divina» da Fada dos Dentes…

Mas o melhor ainda estava para vir!
Quando já nada o fazia supor, eis que vemos um teólogo a filosofar! Claro está que o resultado não podia ser diferente do que quando um sapateiro se põe a tocar rabecão.

Não querem lá ver que este sujeito, que tem como hobby juntar-se em rebanho com outras ovelhas para mendigar de joelhos que o seu Deus modifique as leis da física só para lhe fazer a vontade, resolveu pôr-se a considerar que para os ateus «este universo, sem origem nem orientação, não tem propósito»?

Mas será que o incenso dá assim pedradas destas? Mas a A.S.A.E. não vê isto?

Mas por que raio é que alguém que fala tão poeticamente numa crónica no sorriso da sua filha, mas que afinal ama a Deus sobre todas as coisas, mesmo até sobre esse sorriso, pensa que para um ateu o Universo não tem origem, nem orientação, nem propósito?

Mas este indivíduo que não olha para trás com medo que o seu Deus o transforme numa estátua de sal, só porque o ama muito, como é bom de ver, não tem discernimento suficiente para ler aquilo que ele próprio escreve?
Nem vê ele que recorrer ao conceito de Deus, como um refúgio irracional para quem não consegue ir mais longe do que isso, e ainda por cima, admiti-lo assim abertamente em público só lhe fica mal?

Mas o pior estava para vir: já a terminar o seu textículo, este pateta de sacristia ainda teve tempo para dizer que «se Deus não existe, não existem o bem, a moral e a própria razão».
Só que dizer isto já não é uma simples cretinice. É simplesmente uma coisa triste.
Já nem mesmo é preciso qualificar quem diz que «sem Deus não existe a própria razão». Isto é só mais uma cretinice, e pronto.

Mas quando uma pessoa admite que os critérios de «bem» e de «moral» que adopta como filosofia de vida não são por si aceites como valores intrínsecos e pelo que valem ética, racionalmente e por si próprios, que não são adoptados como «seus» pelo que significam objectivamente, mas que, ao invés, precisa de um Deus que lhos ensine e lhos transmita, precisa que tais valores lhe advenham de um ser mitológico inventado na Idade do Bronze que discrimina, odeia e mata quem não o reverencia da forma adequada, então isso é de facto muito triste.
Muito triste mesmo...
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Re: Missa on-line

Mensagempor Arp » Quarta-Feira 4 Junho 2008, 20:51

zézen (ou, melhor, LGR) Escreveu:.../ «se Deus não existe, não existem o bem, a moral e a própria razão».
..e nem a esquerda, em democracia (se calhar... nem a própria democracia), como se descobriu recentemente.
O saber, o aprender o novo, só não encontra espaço em cabeças que já estão cheias, principalmente de ideias preconcebidas.
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Re: Missa on-line

Mensagempor rjmoreira » Terça-Feira 1 Julho 2008, 11:58

O Padre Julio é um amigo na minha infancia. Lembro-me quando éra paroco da Castanheira e fazia tremer as miudas, agora senhoras lá do lugar. Todas lhe queriam dar um beijinho antes da missa domingueira.
Como todos os padres prá frentex tinha as suas coisas. Da má (ou boa) fama de mulherengo não se livrava.
Conduzia um Opel tigra vermelho, nunca usou batina e tinha uma conversa de vender pentes para carecas.
Era (e é) aquilo que se pode chamar de Tipo Porreiro.

http://www.videos.es/reproductor/oincnd ... fqERVjVpsE
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