o 25 de Abril foi assim ......

Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Terça-Feira 16 Outubro 2007, 20:17

Cerca das 9 horas da manhã, depois de forças de Cavalaria 7 (ainda opostas ao movimento), terem tomado posição nas extremidades do Terreiro do Paço, junto das ruas do Arsenal e da Alfândega, nova coluna, comandada pelo brigadeiro Junqueira dos Reis procura opor-se aos militares do MFA.

As ordens de fogo dadas pelo brigadeiro (sobre o tenente Alfredo Assunção, que procurava negociar uma solução pacífica e, mais tarde, sobre o próprio Salgueiro Maia) não seriam contudo respeitadas pelos soldados, acabando os militares por abdicar da confrontação.

À semelhança do ocorrido cerca das 7 horas com anterior coluna de Cavalaria 7, comandada pelo major Ferrand de Almeida, que havia sido enviada ao Terreiro do Paço para se opor ao militares do MFA, transferindo-se para o lado de Salgueiro Maia, também agora, novamente, metade da coluna transferia-se para o MFA, acabando o brigadeiro por regressar ao quartel.

A fragata “Gago Coutinho”, que, também cerca das 9 horas, se dirigira ao Cais das Colunas, a quem Marcelo Caetano ordenara que bombardeasse o Terreiro do Paço, decide rumar ao Alfeite; acabaria por retirar (cerca das 12 horas), sob a ameaça de forças da Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas instaladas junto do Cristo-Rei.

A revolução estava "ganha"!…

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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Terça-Feira 16 Outubro 2007, 20:18

Às 10h47, novo comunicado é lido aos microfones do Rádio Clube Português:

"O Movimento das Forças Armadas constata que a população civil não está a respeitar o apelo já efectuado para que se mantenha em casa.

Muito embora o controle das acções desencadeados seja quase total, tendo já o ex-ministro do Exército abandonado o Ministério e entrado em contacto com oficiais superiores do Comando do Movimento, pede-se mais uma vez à população que permaneça nas suas casas, a fim de não pôr em perigo a sua própria integridade física.

Em breve será radiodifundido
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Terça-Feira 16 Outubro 2007, 20:19

Pelas 11h30, as forças que ocupavam o Terreiro do Paço são repartidas, dirigindo-se as da Escola Prática de Cavalaria ao Quartel da GNR, no Largo do Carmo; enquanto que as dos Regimentos de Cavalaria 7, Lanceiros 2 e Infantaria 1, comandadas nomeadamente por Jaime Neves, se dirigiam aos quartéis da PSP e da PIDE/DGS.

Por volta das 12h30, Salgueiro Maia cercava o Quartel do Carmo, em que se refugiavam o primeiro-ministro Marcello Caetano, o ministro do Interior Moreira Baptista e o ministro dos Negócios Estrangeiros Rui Patrício, a quem daria um ultimato para que se rendessem
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Terça-Feira 16 Outubro 2007, 20:20

Pelas 11h45, era lido novo comunicado do "Movimento das Forças Armadas":

"Na sequência das acções desencadeadas na madrugada de hoje, com o objectivo de derrubar o regime que há longo tempo oprime o País, as Forças Armadas informam que de Norte a Sul domina a situação e que em breve chegará a hora da libertação.

Reafirma-se o desejo veemente de evitar derramamento de sangue mas igualmente se reafirma a decisão inabalável de responder decidida e implacavelmente a qualquer oposição que as forças militarizadas e policiais pretendam oferecer.

Recomenda-se de novo à população que se mantenha calma e nas suas residências para evitar incidentes desagradáveis cuja responsabilidade caberá integralmente às poucas forças que se opõem ao Movimento.

Chama-se a atenção de todos os estabelecimentos comerciais de que devem encerrar imediatamente as suas portas, colaborando desta forma com o Movimento, de modo a evitar açambarcamentos desnecessários e inúteis.

Caso esta determinação não seja acatada, será forçoso decretar o recolher obrigatório. Ciente de que interpreta fielmente os verdadeiros sentimentos da Nação, o Movimento das Forças Armadas prosseguirá inabalavelmente na missão que a sua consciência de portugueses e militares lhes impõe.

Viva Portugal!"
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:03

Cerca das 14 horas, agentes da PIDE/DGS disparam sobre estudantes que se manifestavam na Rua António Maria Cardoso, provocando um morto. Seis horas mais tarde, ainda no mesmo local, a DGS faria mais quatro mortos.

Às 14.30, Clarisse Guerra lia mais um comunicado do "Movimento das Forças Armadas": que pode ouvir aqui

"O Movimento das Forças Armadas, pretendendo continuar a informar o País sobre os acontecimentos históricos que se estão processando, comunica que as operações iniciadas na madrugada de hoje se desenrolam segundo as previsões, encontrando-se dominados vários objectivos importantes, entre os quais se citam os seguintes: Comando da Legião Portuguesa, Emissora Nacional, Rádio Clube Português, Rádio-Televisão Portuguesa, Rádio Marconi, Banco de Portugal, Quartel-General da Região Militar de Lisboa, Quartel-General da Região Militar do Porto, Instalações do Quartel-Mestre General, Ministério do Exército (donde o respectivo ministro se pôs em fuga), Aeroporto da Portela, Aeródromo-Base n.º 1, Manutenção Militar, Posto de Televisão de Tróia, Penitenciária e Forte de Peniche.

Sua Excelência o Almirante Américo Tomás, Sua Excelência o prof. Marcelo Caetano e os membros do Governo encontram-se cercados por forças do Movimento no quartel da Guarda Nacional Republicana, no Carmo, e no Regimento de Lanceiros 2, tendo já sido apresentado um ultimato para a sua rendição.
O movimento domina a situação em todo o País e recomenda uma vez mais, a toda a população, que se mantenha calma.

Renova-se também a indicação, já difundida, para o encerramento imediato dos estabelecimentos comerciais , por forma a não ser forçoso decretar o recolhimento obrigatório.

Viva Portugal!"
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:05

Pelas 15h10, Salgueiro Maia solicita, através de um megafone, a rendição do Quartel do Carmo, dando um ultimato de 10 minutos aos governantes refugiados, para se renderem.

Cerca de 15 minutos depois, Salgueiro Maia ordena ao tenente Santos Silva para abrir uma rajada da torre da Chaimite, sobre as janelas mais altas do Quartel, repetindo o apelo de rendição.

Cerca das 16 horas, a solicitação de Salgueiro Maia, o coronel Abrantes da Silva entra no Quartel para dialogar com os sitiados.

Quinze minutos depois, dava ordens aos seus homens para abrir fogo sobre a frontaria do Carmo.

Chega a ser colocado um blindado em posição de tiro, mas, cerca das 16h45, Pedro Feytor Pinto, director dos Serviços de Informação da Secretaria de Estado da Comunicação Social, e Nuno Távora, chefe de gabinete (entretanto chegados ao Quartel do Carmo para uma tentativa de mediação), apresentam uma mensagem de Marcello Caetano, dirigida ao general António Spínola, manifestando a intenção de lhe entregar o poder, para que “não caia na rua”.

Entretanto, no Quartel de Lanceiros 2, onde se haviam refugiado o Presidente da República Américo Tomás, e os ministros da Marinha, Defesa e Exército, é hasteada bandeira branca. Américo Tomás conseguiria ainda seguir para casa, em Belém.
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:06

Por volta das 17 horas, a GNR rende-se; Salgueiro Maia, depois de se deslocar ao interior do Quartel e de falar com Marcello Caetano, anuncia à população, ainda via megafone, que vai proceder-se à transferência de poderes de Caetano para António Spínola.


Às 18 horas, no Largo do Carmo, Francisco Sousa Tavares dirige-se ao povo (que saíra à rua, afluindo em massa ao Largo do Carmo), apelando à calma e ao comportamento com civismo, visando afastar a população, de forma a permitir a saída dos governantes.

Spínola chega ao Largo do Carmo; acompanhado por Salgueiro Maia, entra no quartel para dialogar com Marcello Caetano, recebendo o poder.

Cerca das 19h30, Marcello Caetano, Moreira Baptista e Rui Patrício saem do quartel do Carmo, sob prisão, no chaimite “Bula”, dirigindo-se ao quartel da Pontinha, onde Otelo Saraiva de Carvalho mantinha a coordenação e o comando operacional do movimento.

A Baixa de Lisboa é invadida por enorme multidão que vitoria as Forças Armadas e a Liberdade.

O Golpe de Estado militar tinha sido transformado em Revolução.

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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:06

Às 20h05, surgia a proclamação do "Movimento das Forças Armadas":

"Considerando que, ao fim de treze anos de luta em terras do Ultramar, o sistema político vigente não conseguiu definir, concreta e objectivamente, uma política ultramarina que conduza à paz entre os Portugueses de todas as raças e credos;

Considerando o crescente clima de total afastamento dos Portugueses em relação às responsabilidades políticas que lhes cabem como cidadãos, em crescente desenvolvimento de uma tutela de que resulta constante apelo a deveres com paralela denegação de direitos;

Considerando a necessidade de sanear as instituições, eliminando do nosso sistema de vida todas as ilegitimidades que o abuso do poder tem vindo a legalizar;

Considerando finalmente que o dever das Forças Armadas é a defesa do País, como tal se entendendo também a liberdade cívica dos seus cidadãos;

O Movimento das Forças Armadas, que acaba de cumprir com êxito a mais importante das missões cívicas dos últimos anos da nossa História, proclama à Nação a sua intenção de levar a cabo, até à sua completa realização, um programa de salvação do País e de restituição ao Povo Português das liberdades cívicas de que sendo privado.

Para o efeito, entrega o Governo a uma Junta de Salvação Nacional a quem exige o compromisso, de acordo com as linhas gerais do Programa do Movimento das Forças Armadas que, através dos órgãos informativos, será dado a conhecer à Nação, de no mais curto prazo consentido pela necessidade de adequação das nossas estruturas, promover eleições gerais de Assembleia Nacional Constituinte, cujos poderes, por sua representatividade e liberdade na eleição, permitam ao País escolher livremente a sua forma de vida social e política.

Certos de que a Nação está connosco e que, atentos os fins que nos presidem, aceitará de bom grado o governo militar que terá de vigorar nesta fase de transição, o Movimento das Forças Armadas apela para a calma e civismo de todos os Portugueses e espera do País adesão aos poderes instituídos em seu benefício.

Saberemos deste modo honrar o passado no respeito pelos compromissos assumidos perante o País e por este perante terceiros.

E ficamos na plena consciência de haver cumprido o dever sagrado da restituição à Nação dos seus legítimos e legais poderes."
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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:11

20h30 - Na Rua António Maria Cardoso, onde se situa a sede da PIDE/DGS, agentes desta polícia política abrem fogo sobre a multidão que se aglomera na referida artéria, causando 4 mortos e dezenas de feridos.

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As forças armadas, acabavam de derrubar o poder fascista, o povo aclamava nas ruas a vitória, mas subsistia um trauma ainda por resolver.
A PIDE/DGS, ainda continuava, aparentemente em liberdade, acoitada nas suas instalações na R. António Maria Cardoso.
Um numeroso grupo de populares, entre os quais se contavam algumas das vítimas às mãos dos torcionários da PIDE/DGS, marcharam sobre a sede da polícia politica, reclamando a sua detenção e clamando até por justiça popular.
Perante a passividade das forças armadas, que acabaram por permitir, que os PIDES, se mantivessem, na sua sede, a ver os acontecimentos, os populares avançaram de peito descoberto e muitos acabaram por cair, 4 para não mais se levantarem.
Então as forças armadas, acabaram por receber as ordens superiores que determinaram a tomada da sede da PIDE/DGS, embora muitos deles já tivessem fugido.

Fica aqui o registo das últimas vitimas ás mãos dos assassinos da PIDE/DGS
como uma última homenagem:

ASSASSINADOS
-Fernando Carvalho Gesteira, de 18 anos, empregado de escritório.
-José James Harteley Barneto, de 37 anos, casado, natural de Vendas Novas e morador na Avenida João Branco Núncio, 7, 1.º, dt.º, na Flamenga, Vendas Novas;
-Fernando Luís Barreiros dos Reis, de 24 anos, natural de Lisboa, soldado, da l.ª Companhia Disciplinar, em Penamacor; e
-José Guilherme Rego Arruda, de 20 anos, estudante, natural dos Açores, morador na Avenida Casal Ribeiro, 21, 5.º.

FERIDOS:
-Maria dos Anjos Afonso Santos Martins, de 21 anos, residente na Rua Padre José de Almeida, 132, na Póvoa de Santo Adrião;
-Francisco José da Silva Ramos, morador na Rua Bernardim Oliveira, 9, r/c;
-Rui Eduardo Alves Morais, de 19 anos, residente na Rua Artur Lamas, 40-1.ª, dt.º;
-Aarão de Almeida, de 44 anos, morador na Travessa do Calado, 30-2.º;
-Maria da Conceição Neto, de 20 anos, moradora na Estrada da Luz, lote n.º 1;
-Armando de Jesus Lopes Afonso, de 17 anos, da Rua dos Fanqueiros, 39-4.º;
-António Maria da Cruz, de 18 anos, da Rua Presidente Arriaga, 112-2.º;
-Joaquim Inácio Ruivães Cristo, de 19;
-Maria Manuela Cortes Flores, de 23;
-António Ribeiro, de 20,
-António José Santos Lima, de 17;
-José Luís Gutierres, de 19;
-Jorge Salgueiro Costa, de 24;
-Fernando Simão Martins, de 16;
-Armindo Fernandes de Oliveira, de 16;
-Camélia Ferreira Pimenta, de 23, residente no Barreiro;
-José Luís Bernardes Fernandes, de 19, morador na Alameda Conde de Oeiras, 4, Nova Oeiras;
-António Pereira Esteves, de 35, residente na Rua José Falcão, 31-3.º, esq.;
-Rogério Paulo Osório, de 18;
-Luís de Oliveira, de 20;
-Manuel Pereira Alves, de 24;
-José Dinis Pereira, de 26, morador na Rua Manuel Soares Guedes, 98-1.º;
-Agostinho Manuel Soares, de 18.

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Re: o 25 de Abril foi assim ......

Mensagempor Viriato » Quarta-Feira 17 Outubro 2007, 19:15

Cerca das 22 horas, forças de pára-quedistas chegam à prisão de Caxias, onde a PIDE/DGS continuava a resistir. Render-se-ia definitivamente cerca das 12 horas do dia seguinte.


Cerca da 01h25, Spínola, acompanhado pelos restantes membros da formada “Junta de Salvação Nacional” (Rosa Coutinho, Pinheiro de Azevedo, Costa Gomes, Jaime Silvério Marques e Galvão de Melo – sendo que Diogo Neto se encontrava em Moçambique), procede a comunicação ao país do programa da "Junta"


Pelas 6 horas da manhã, o almirante Américo Thomaz, o prof. Marcello Caetano, os ex-ministros Moreira Baptista e Silva Cunha, eram conduzidos, sob escolta militar, para o Aeródromo Base 1, tendo embarcado num avião da Força Aérea, que os transportou para a ilha da Madeira.

Ao som de uma marcha militar americana, da autoria de John Philipp De Souza (que pode ouvir aqui), a Revolução triunfara, abrindo portas à democracia (que viria ainda a ser necessário consolidar no termo do processo revolucionário)
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