Estamos perdidos

Re: Estamos perdidos

Mensagempor XôZé » Segunda-Feira 20 Outubro 2008, 22:32

Viriato Escreveu: Regressa SALAZAR, para o bem estar do povo e da Nação !


O que me parte todo é que quem tem vindo a incentivar esse sentimento no povo português são precisamente os xuxalistas e os xuxais democratas com as suas politicas.

Viva a democracia desses PQosP!
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor Arp » Segunda-Feira 20 Outubro 2008, 23:10

Que mal que passam estes revoltados. :whistle:

Mereciam de facto que o botas voltasse, para andarem a cochichar pelas esquinas, à boca (muito) pequena, os seus resmungos democráticos.
:roll:
O saber, o aprender o novo, só não encontra espaço em cabeças que já estão cheias, principalmente de ideias preconcebidas.
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Sexta-Feira 5 Dezembro 2008, 23:33

Quarta-feira, Dezembro 03, 2008
A estranha democracia d’el Rei, parte II.

:risada: :risada: :risada:

http://ktreta.blogspot.com/2008/12/estranha-democracia-del-rei-parte-ii.html
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 8 Dezembro 2008, 11:06

Enviado por um Amigo.
Dà que pensar: ;)
**********************************************
Mudam-se os países e os personagens e a conversa é sempre a mesma!
Não nos parece familiar?


Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, quechegam ao topo,
dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos
(fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmenteface a um público
acrítico, burro e embrutecido. Este é um país em que a Câmara Municipal de
Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de
construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que
estes últimos, em atitude de gratidão passaram a esconder as verdadeiras
notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade pofissional, a troco
de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente
carenciada mas mais honesta que estes bandalhos.

Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO
PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos
políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas
senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os
ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai
continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura)
desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação
das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país
será o pátio de recreio dos mafiosos.

A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca
Clara Ferreira Alves - Expresso


Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito
maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com
isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do
encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e
pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por
uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final,
assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo
do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.


Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada
acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo
e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.


Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi
crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa
Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o
que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes
houve.

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de
enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a
verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma
coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são
"abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado
de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores
e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de
notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a
saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao
primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da
Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da
corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a
Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas
tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que
acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados,
muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente
punidos?

Vale e Azevedo pagou por todos.

Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor
Beleza com o vírus da sida?

Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num
parque aquático?

Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes
imputados ao padre Frederico?

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre
Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?

Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi
roubada do Instituto de Medicina Legal?

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e
enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém
acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?

As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da
criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia
espalha rumores e indícios que não têm substância.

E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças
desaparecida antes delas, quem as procurou?

E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns
menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?

Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.

E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela
reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários,
políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do
grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?

O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por
causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.

E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado
doentes por negligência? Exerce medicina?

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho
branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda,
muda,coxa e marreca.

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são
arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.

Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.

Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as
redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de
crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre
meninas ficaram sempre na sombra.

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de
protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e
reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

http://groups.google.com/group/pt.soc.politica/browse_thread/thread/24b5815600e3371a/54aba90d4425ecd9#54aba90d4425ecd9
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 8 Dezembro 2008, 11:17

O direito ao contraditòrio, ou: Quando os jornalistas dão o exemplo de amor corporativo :twisted:
****************************************************

UMA "SANTANETE"

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A hipotética "dra." Clara Ferreira Alves (chegou com dificuldade ao actual 12º ano), crítica literária que leu (jura ela) "os clássicos", especialista do último escritor inglês com quem almoçou, autora de um romance anunciado em 1984 e nunca até agora publicado, dona de uma coluna ilegível (e bem escondida) na "revista" do Expresso, foi um dia arvorada directora da "Casa-Museu Fernando Pessoa" pela conhecida irresponsabilidade de Pedro Santana Lopes, de quem ela tinha sido uma entusiástica partidária. Daí em diante, a importantíssima Ferreira Alves e o "Pedro", como ela dizia, ficaram muito amigos. Tão amigos que a "dra." Clara apareceu um dia presuntiva directora do "Diário de Notícias", coisa que me levou a sair antes que ela entrasse. Felizmente, não entrou, porque teve medo de cair na rua entre o "Expresso" e o DN, com a reputação de uma "santanete" obediente. Agora, morto o seu patrono, não perde uma para o maltratar, supondo que demonstra "independência". Ontem, a propósito de um "Audi", que o homem comprou, despejou em cima da cabeça dele todo o lixo do mundo. Santana não aprendeu que a certa espécie de pessoas não se fazem favores.
Se a "dra." Clara me quiser responder, sugiro que me responda em inglês e não meta na conversa a sua célebre descrição do pôr-do-sol no Cairo. Muito obrigado.
vpv

http://o-espectro.blogspot.com/2006/03/uma-santanete.html

Vale a pena ler todos os comentàrios.
Pessoalmente leio desde hà muito as colunas da CCS, do VPV e da CFA.

"A culpa é de todos e não é de ninguém, e quem se lixa sempre, é cà o pintas, o mexilhão" (José Màrio Branco -in FMI)
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor XôZé » Segunda-Feira 8 Dezembro 2008, 19:45

zézen Escreveu: Vale a pena ler todos os comentàrios.
Pessoalmente leio desde hà muito as colunas da CCS, do VPV e da CFA.


Andas com atrasos... :twisted:

Reparaste na data desse post?... 5 de Março 2006.

E sabias tu que por causa desse post a Clara espetou um processo no VPV?

Pois, a mnha internet é mais rápida que a tua.

:mrgreen:
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Segunda-Feira 8 Dezembro 2008, 20:29

A minha maquineta sò tem um cavalgadura :mrgreen:

jà agora, o que é que a data muda ao texto ? :twisted:
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor XôZé » Segunda-Feira 8 Dezembro 2008, 21:02

zézen Escreveu: jà agora, o que é que a data muda ao texto ? :twisted:


Nada mas para quem nos habituou a dar novidades... :whistle:
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Sexta-Feira 27 Março 2009, 10:24

A sex shop "Paraíso Erótico" de Santarém ...

... Fechado pela ASAE. Uma grande maldade!!
Não se sabe quem terá posto a ASAE no encalço do "Paraiso Erótico". O Pe Borges (lá do sítio) e a sua diocese não fizeram queixa, pelo menos, é o que se lê na comunicação social.

Mas a ASAE lá foi e o como a sex shop funcionava a menos de 300 metros do cemitério de Santarém não podia porque os habitantes da zona ainda podiam ter alguma recaida.
Talvez tenha sido uma boa medida pois a casa em si já teve muitas peripécias económicas e convenhamos junto de um cemitério certamente o mercado não será o melhor.

http://www.puxapalavra.blogspot.com/
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Re: Estamos perdidos

Mensagempor zézen » Quarta-Feira 1 Abril 2009, 11:18

E AGORA SENHOR PRESIDENTE DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS DO MP?

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Vai dizer que o Procurador-Geral não é independente, mentiroso ou fez um comunicado sob ameaça?

«COMUNICADO

Face às notícias amplamente divulgadas pela Comunicação Social sobre o chamado caso “Freeport”, após reunião com os magistrados titulares do processo e a Directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, considera-se necessário esclarecer o seguinte:

1º Os Magistrados titulares do processo estão a proceder à investigação com completa autonomia, sem quaisquer interferências, sem pressões, sem prazos fixados, sem directivas ou determinações, directa ou indirectamente transmitidas, obedecendo somente aos princípios legais em vigor;

2º Como os Magistrados titulares do processo expressa e pessoalmente reconheceram, não existe qualquer pressão ou intimidação que os atinja ou impeça de exercerem a sua missão com completa e total serenidade, autonomia e segurança;

3º A existência de qualquer conduta ou intervenção de magistrado do Ministério Público, junto dos titulares da investigação, com violação da deontologia profissional, está já a ser averiguada com vista à sua avaliação em sede disciplinar e idêntico procedimento será adoptado relativamente a comportamentos de magistrados do Ministério Público que intencionalmente e sem fundamento, visem criar suspeições sobre a isenção da investigação;

4º A investigação prossegue com a inquirição de todas as pessoas que os magistrados considerarem necessárias, com a análise de todos os fluxos e contas bancárias com relevância, bem como com o exame da documentação atinente, nacional e estrangeira;

5º Todos os elementos de prova serão analisados e todas as informações estudadas, sem qualquer limitação para além daquelas que a equipa de investigação entender decorrerem da lei;

6º Tem sido correcta, eficaz e dedicada a colaboração dos Órgãos de Polícia Criminal, esperando-se uma cooperação igualmente frutuosa das autoridades de outros países a quem foi solicitada, de harmonia com as leis que regem as relações internacionais;

7º Fracassarão todas e quaisquer manobras destinadas a criar suspeições e a desacreditar a investigação, bem como as tentativas de enfraquecer a posição do Ministério Público como titular do exercício da acção penal ou a enfraquecer a hierarquia legalmente estabelecida para o Ministério Público, atenta a firme determinação da equipa de investigação de chegar à verdade última do processo e tornar conhecidos todos os factos, logo que isso seja possível;

8º O Procurador-Geral da República e a Directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal têm completa e total confiança em toda a equipa de investigadores, designadamente nos elementos da Polícia Judiciária, que colaboram, como foi transmitido ao seu Director Nacional.

Lisboa, 31 de Março de 2009

O Procurador-Geral da República»

A verdade é que este comunicado desmonta a manobra manhosa do Presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público que ao insinuar que há pressões sobre os magistrados que investigam o Caso Freeport está indirectamente a descredibilizar as conclusões a que venham a chegar. Se a manobra contra Sócrates der resultado dirão tudo bem, se não der fica no ar que foi graças a pressões.

Será que esta manobra não é ela própria uma pressão sobre os colegas que investigam o caso?
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