A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor Arp » Segunda-Feira 20 Outubro 2008, 23:04

Isto não foi para o desporto, porque, mais do que uma história de futebol é, antes de tudo, uma história de Homens e seria ultrajante para a Sua memória misturá-Los com os miúdos milionários que sustentamos nos relvados actuais.

Desculpem a dimensão, mas ainda assim não chega à estatura dos protagonistas.


A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

A história do futebol mundial inclui milhares de episódios emocionantes e comovedores, mas seguramente nenhum seja tão terrível como o protagonizado pelos jogadores do Dínamo de Kiev nos anos 40. Os jogadores jogaram uma partida sabendo que se ganhassem seriam assassinados e, no entanto, decidiram ganhar. Na morte deram uma lição de coragem, de vida e honra, que não encontra, por seu dramatismo, outro caso similar no mundo.
Para compreender sua decisão, é necessário conhecer como chegaram a jogar aquela decisiva partida, e por que um simples encontro de futebol apresentou para eles o momento crucial de suas vidas.
Tudo começou em 19 de setembro de 1941, quando a cidade de Kiev (capital ucraniana) foi ocupada pelo exército nazista, e os homens de Hitler aplicaram um regime de castigo impiedoso e arrasaram com tudo. A cidade converteu-se num inferno controlado pelos nazistas, e durante os meses seguintes chegaram centenas de prisioneiros de guerra, que não tinham permissão para trabalhar nem viver nas casas, assim todos vagavam pelas ruas na mais absoluta indigência. Entre aqueles soldados doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido goleiro do Dínamo.
Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazistas não perseguiam, precisamente por sua origem, era torcedor fanático do Dínamo. Num dia caminhava pela rua quando, surpreso, olhou um mendigo e de imediato se deu conta de que era seu ídolo: o gigante Trusevich.
Ainda que fosse ilegal, mediante artimanhas, o comerciante alemão enganou aos nazistas e contratou o goleiro para que trabalhasse em sua padaria. Sua ânsia por ajudá-lo foi valorizado pelo goleiro, que agradecia a possibilidade de se alimentar e dormir debaixo de um teto. Ao mesmo tempo, Kordik emocionava-se por ter feito amizade com a estrela de sua equipe.
Na convivência, as conversas sempre giravam em torno do futebol e do Dínamo, até que o padeiro teve uma ideia genial: encomendou a Trusevich que em lugar de trabalhar como ele, amassando pães, se dedicasse a buscar o resto de seus colegas. Não só continuaria lhe pagando, senão que juntos podiam salvar os outros jogadores.
O arqueiro percorreu o que restara da cidade devastada dia e noite, e entre feridos e mendigos foi descobrindo, um a um, a seus amigos do Dínamo. Kordik deu trabalho a todos, se esforçando para que ninguém descobrisse a manobra. Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, três jogadores da Lokomotiv, e também os resgatou. Em poucas semanas, a padaria escondia entre seus empregados uma equipe completa.
Reunidos pelo padeiro, os jogadores não demoraram em dar o seguinte passo, e decidiram, alentados por seu protector, voltar a jogar. Era, além de escapar dos nazistas, a única que bem sabiam fazer.
Muitos tinham perdido suas famílias nas mãos do exército de Hitler, e o futebol era a última sombra mantida de suas vidas anteriores.
Como o Dínamo estava enclausurado e proibido, deram um novo nome para aquela equipe. Assim nasceu o FC Start, que através de contatos alemães começou a desafiar a equipes de soldados inimigos e selecções formadas no III Reich.
Em sete de junho de 1942, jogaram sua primeira partida. Apesar de estarem famintos e cansados por terem trabalhado toda a noite, venceram por 7 a 2. Seu seguinte rival foi a equipe de uma guarnição húngara, ganharam de 6 a 2. Depois meteram 11 golos numa equipa romena. A coisa ficou séria quando em 17 de julho enfrentaram uma equipe do exército alemão e golearam por 6 a 2. Muitos nazistas começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria e buscaram uma equipe melhor para ganhar deles. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 a 1, e mais tarde, ganhou de 3 a 2 na revanche.
Em seis de agosto, convencidos de sua superioridade, os alemães prepararam uma equipe com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era um grande time, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler. Os nazistas tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade entre o sofrido povo refém dos nazistas. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de desportivismo dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.
Depois dessa escandalosa queda do time de Hitler, os alemães descobriram a manobra do padeiro.
Assim, de Berlim chegou uma ordem de acabar com todos eles, inclusive com o padeiro, mas os hierarcas nazistas locais não se contentaram com isso. Não queriam que a última imagem dos russos fosse uma vitória, porque acreditavam que se fossem simplesmente assassinados não fariam nada mais que perpetuar a derrota alemã.
A superioridade da raça ariana, em particular no esporte, era uma obsessão para Hitler e os altos comandos. Por essa razão, antes de fuzilá-los, queriam derrotar o time em um jogo.
Com um clima tremendo de pressão e ameaças por todas as partes, anunciou-se a revanche para 9 de agosto, no repleto estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou no vestiário e disse em russo:
- "Vou ser o juiz do jogo, respeitem as regras e saúdem com o braço levantado", exigindo que eles fizessem a saudação nazista.
Já no campo, os jogadores do Start (camisa vermelha e calção branco) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: - "Heil Hitler!", gritaram - "Fizculthura!", uma expressão soviética que proclamava a cultura física.
Os alemães (camisa branca e calção negro) marcaram o primeiro golo, mas o Start chegou aointervalo do segundo tempo ganhando por 2 a 1.
Receberam novas visitas ao vestiário, desta vez com armas e advertências claras e concretas:
- "Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo". Ameaçou um outro oficial da SS. Os jogadores ficaram com muito medo e até propuseram-se a não voltar para o segundo tempo. Mas pensaram em suas famílias, nos crimes que foram cometidos, na gente sofrida que nas arquibancadas gritava desesperadamente por eles e decidiram, sim, jogar.
Deram um verdadeiro baile nos nazistas. E no final da partida, quando ganhavam por 5 a 3, o atacante Klimenko ficou cara a cara com o arqueiro alemão. Deu lhe um drible deixando o coitado estatelado no chão e ao ficar em frente a trave, quando todos esperavam o gol, deu meia volta e chutou a bola para o centro do campo. Foi um gesto de desprezo, de deboche, de superioridade total.
O estádio veio abaixo.
Como toda Kiev poderia a vir falar da façanha, os nazistas deixaram que saíssem do campo como se nada tivesse ocorrido. Inclusive o Start jogou dias depois e goleou o Rukh por 8 a 0. Mas o final já estava traçado: depois dessa última partida, a Gestapo visitou a padaria.
O primeiro a morrer torturado em frente a todos os outros foi Kordik, o padeiro. Os demais presos foram enviados para os campos de concentração de Siretz. Ali mataram brutalmente a Kuzmenko, Klimenko e o arqueiro Trusevich, que morreu vestido com a camiseta do FC Start. Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em novembro de 1943. O resto da equipe foi torturada até a morte.
Ainda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dínamo de Kiev. Nas escadarias do clube, custodiado em forma permanente, conserva-se actualmente um monumento que saúda e recorda àqueles heróis do FC Start, os indomáveis prisioneiros de guerra do Exército Vermelho aos quais ninguém pôde derrotar durante uma dezena de históricas partidas, entre 1941 e 1942.
Foram todos mortos entre torturas e fuzilamentos, mas há uma lembrança, uma fotografia que, para os torcedores do Dínamo, vale mais que todas as jóias em conjunto do Kremlin. Ali figuram os nomes dos jogadores.

Abaixo a única foto que se conserva da heróica equipe do Dínamo e o nome de seus jogadores.

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Goncharenko e Sviridovsky, os únicos sobreviventes, junto ao monumento que recorda a seus colegas.

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Na Ucrânia, os jogadores do FC Start hoje são heróis da pátria e seu exemplo de coragem é ensinado nos colégios. No estádio Zenit uma placa diz "Aos jogadores que morreram com a cabeça levantada ante o invasor nazista".

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Poster propaganda da revanche.

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Esta é a história da dramática "Partida da Morte".
O cineasta John Huston inspirou-se neste fato real para rodar seu filme "Fuga para a vitória" (Escape to Victory) de 1982 que chamou muita atenção à época do lançamento porque dele participaram grandes nomes do cinema como Michael Caine, Sylvester Stallone e Max Von Sydow, mas muito mais pela participação de algumas estrelas do futebol, como Bobby Moore, Osvaldo Ardiles, Kazimierz Deyna e Pelé.

No filme John Huston fez o que não pôde o destino: salvar os heróis.
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor XôZé » Segunda-Feira 20 Outubro 2008, 23:18

Um alemão a viver em Kiev em 1941'... :shock:

Cheira-me a propaganda bolchevique... :whistle:

Até nos dias de hoje o símio Iraniano diz que o Holocausto não existiu. :?
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor Arp » Segunda-Feira 20 Outubro 2008, 23:30

Tu e o teu famoso (e formoso) nariz, quando não vos cheira a cócó de Boliqueime é porque alguma coisa cheira mal e só pode estar mal.
Trata-se aqui de Homens e não dos maricas dos politicos, porra!
:roll:
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor XôZé » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 00:08

Mesmo assim :mrgreen: vou averiguar melhor esse "filme" e se tiveres razão aqui virei penitenciar-me. :mrgreen:

Como calculas, dada a tua proximidade, qualquer estória em português do Brasil enviada por e-mail para mim é sempre motivo de certa desconfiança. :?

Com o pálrá-pi-ê que se lhes reconhece, conseguem transformar uma estória banal em factos de fazer chorar as pedras da calçada. :(

Quantas mensagens não recebo eu escritas em brasilês do tipo: "se não reenviares a 10 amigos amanhã podes morrer como o personagem desta estória" ou " se reenviares no prazo de 24 horas ao maior número dos teus contactos serás rico coiso e tal", já para não falar naquelas manigâncias que me avisam de que "téém que reconfiguráá sua conta bancáriá clicando no linki sinão todo seu dinhêro seráá pirdido..." :twisted:

Mas os brasukas são mesmo excelentes, nas anedotas e no apelo ao sentimento. 8-)

Vou averiguar melhor a coisa, depois falamos. :whistle:

É que hoje fartei-me de trabalhar. :cry:
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor Arp » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 00:28

Tadinho... :risada:
O saber, o aprender o novo, só não encontra espaço em cabeças que já estão cheias, principalmente de ideias preconcebidas.
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor olhos de amêndoa » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 09:55

Arp Escreveu:Isto não foi para o desporto, porque, mais do que uma história de futebol é, antes de tudo, uma história de Homens e seria ultrajante para a Sua memória misturá-Los com os miúdos milionários que sustentamos nos relvados actuais.

Desculpem a dimensão, mas ainda assim não chega à estatura dos protagonistas.


A equipe de futebol que preferiu morrer a perder


IMPRESSIONANTE !!! Um verdadeiro acto de verdadeira coragem e verdadeira valentia do ser humano contra a besta do invasor nazi . Um relato que custa a ler pela brutalidade, cinismo, hipocrisia, nele constante por parte dos Alemães, mas é muito gratificante ler pela força da razão , da sobrevivência, respeito pela identidade, do orgulho por uma nacionalidade, que embora invadida, se manteve fiel aos seus princípios e aos de um povo oprimido, assassinado, subjugado, reprimido. Mais um acto do nazismo que eu desconhecia de todo, muito obrigada Arpinho por nos teres dado a conhecer este facto histórico, que sendo Ucraniano, não é apenas Ucraniano, mas de toda a humanidade e de todos os sobreviventes e vítimas do nazismo. Por aqui se pode ver que também através do desporto se pode lutar, portanto é também uma forma de luta contra tudo e todos, independentemente das consequências dessa luta e desses actos de HEROÍSMO. Estou a lembrar-me que havia um guarda redes Português, não tenho a certeza mas creio que ou era do Barreirense ou do Vitória de Setúbal, peço desculpa por esta incerteza, que em pleno Salazarismo jogava sempre com blusa e luvas pretas, também me estou a lembrar que em plena 2ª. Guerra Mundial, Hitler mandou interromper a guerra e permitiu que se realizassem os Jogos Olímpicos em Berlim, com o intuíto de demonstrar ao mundo a tolerância, mas também pretendia que fossem ganhos pelos Alemães, isso não aconteceu, foi um vexame total, mais tarde, não sei bem em que ano, mas noutros Jogos Olímpicos, onde um corredor, não sei qual a sua especialidade, subiu ao pódium, apenas com meias pretas, calções, blusa, na mão direita uma luva preta de cabedal, este atleta é de cor, no momento da consagração e do hino, baixou a cabeça e levantou o braço direito.
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor Viriato » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 15:59

olhos de amêndoa Escreveu:...... também me estou a lembrar que em plena 2ª. Guerra Mundial, Hitler mandou interromper a guerra e permitiu que se realizassem os Jogos Olímpicos em Berlim,......


estás a confundir, isso foi muito antes da guerra, em 1936 !

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olhos de amêndoa Escreveu: mas também pretendia que fossem ganhos pelos Alemães, isso não aconteceu, foi um vexame total, !


mais uma confusão

foi efectivamente a Alemanha a grande vencedora desses jogos, tendo ganho 89 medalhas ( das quais 33 em ouro ) contra 56 aos USA ( das quais 24 em ouro ) , que ficaram em segundo . Em 3° lugar a Itália (fascista) com 22 medalhas ( 8 em ouro )

olhos de amêndoa Escreveu: mais tarde, não sei bem em que ano, mas noutros Jogos Olímpicos, onde um corredor, não sei qual a sua especialidade, subiu ao pódium, apenas com meias pretas, calções, blusa, na mão direita uma luva preta de cabedal, este atleta é de cor, no momento da consagração e do hino, baixou a cabeça e levantou o braço direito.
Ainda bem que houve e ainda há pessoas assim !


foi em 1968 , no México, eram 2 e eram pretos
acho que estavam a pedir para votarem no Obama !

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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor olhos de amêndoa » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 17:10

[quote="Viriato"]

estás a confundir, isso foi muito antes da guerra, em 1936 !

Sim, tens razão a 2ª. Guerra foi de 1939 a 1945 . Eu tenho a certeza que o Hitler interrompeu a guerra, para se realizarem os JO, ou foi em 1940 ou em 1944.

foi efectivamente a Alemanha a grande vencedora desses jogos, tendo ganho 89 medalhas ( das quais 33 em ouro ) contra 56 aos USA ( das quais 24 em ouro ) , que ficaram em segundo . Em 3° lugar a Itália (fascista) com 22 medalhas ( 8 em ouro )

Muito obrigada Vivi, o que seria de mim sem ti ? Só faço confusões

foi em 1968 , no México, eram 2

Tinha a ideia de ter sido um atleta, ainda aqui há tempos, antes dos Jogos Olímpicos, vi uma entrevista dele a explicar porque teve esse gesto .
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor XôZé » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 17:46

Ai a nossa amendoinha... :lol:

Não sabia mas ficou já esclarecida que o Viriato é um poço de sabedoria sem fundo e tem um arquivo que nem a Torre do Tombo lhe faz concorrência. :grin:

Equiparado só o Tovi mas está restrito aos tintos e aos cadelos. :twisted:

O Arp também é de respeito ao nível encilcopeidico, sobretudo quando nos reproduz aqui estórias condimentadas por brazucas que ora nos fazem :lol: , ora :( ..... :whistle:

Eu, o zézén, o Reboredo, o Scalabis e outros somos mais humildes. :)

Limitamo-nos ao cabulanço. :P
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Re: A equipe de futebol que preferiu morrer a perder

Mensagempor olhos de amêndoa » Terça-Feira 21 Outubro 2008, 18:40

Também eu sou humilde limitando-me a puxar pela memória para me lembrar daquilo que quero escrever e que é de outros tempos que não o meu, sim porque todos os textos que escrevo, tanto no PNSM como nas Farpas como aqui, são originais, escritos no exacto momento em que os envio, nem sei fazer copy paste, quanto a andar a navegar na net, não tenho grandes conhecimentos, nem tempo, nem experiência, daí as confusões, como não posso confirmar aquilo que tenho na memória, cometo falhas.
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